Acadêmicas da FAE visitam o CEJA

Entrega de uma lembrança a Diretora do CEJA

     Com o objetivo de conhecer as diferentes experiências em Educação de Jovens e Adultos – EJA, no município de Erechim, no dia 23 de maio, as acadêmicas do V semestre, da Turma 2009, do Curso de Pedagogia da Faculdade Anglicana de Erechim – FAE, visitaram as dependências do Centro Municipal de Educação de Jovens e Adultos – CEJA- ERECHIM, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Luiz Badalotti e o Sindicato da Alimentação.

As acadêmicas foram recepcionadas pela Diretora do CEJA, professora Rute Blazejuk  Imlau, Vice-diretora  Marilei Fátima B. Simonetto e pela Coordenadora Pedagógica  Patrícia Taís Zick, as quais socializaram  o objetivo da implantação do CEJA, que escolas públicas municipais  pertencentes ao Sistema Municipal de Ensino e que   Instituições  atendem os estudantes do CEJA, a organização curricular, a metodologia, avaliação, o número de horas presenciais, o número de horas a distância, os Cursos de Iniciação Profissional  oferecidos em parceria com o Instituto Federal do Rio Grande do Sul – IFRS, com o SENAC  e SENAI.

Algumas Acadêmicas com a Equipe Diretiva do CEJA

Esta visita foi precedida de aula teórica, na disciplina de Currículo e Prática no Ensino de Jovens e Adultos. Segundo a professora Flávia Dalla Costa, professora da disciplina, esta metodologia oportuniza as acadêmicas estar no contexto e visualizar “in loco” as experiências desenvolvidas nas turmas de EJA, bem como despertar o interesse em pesquisar e atuar nesta modalidade de ensino, tendo sempre como referência um dos maiores pedagogo de todos os tempos: Paulo Freire, referência obrigatória quando se fala em EJA.

“Subindo a avenida e contando a história…”

 

 

 

Curso de Pedagogia da FAE – Faculdade Anglicana de Erechim, turma 2010, participa, no dia 23 de março de 2011, do projeto: “Subindo a avenida e contando a história: o que contam os monumentos das avenidas principais de Erechim”, desenvolvido pelo Arquivo Histórico Juarez Miguel Illa Font. O passeio foi orientado pelo Chefe do Setor do Arquivo Histórico, Rodrigo Alves Pereira.

 

 

A atividade faz parte do estudo da história regional da disciplina de Fundamentos e Metodologia da História e Geografia; com o objetivo de conhecer e analisar parte da história local, permitindo a construção de  identidades.

CURSO DE PEDAGOGIA PRESENTE NA 7ª EXPOSEVA

         Nos dias 08 a 10 de abril, do corrente ano, o  Curso de Pedagogia da Faculdade Anglicana de Erechim – FAE se fez presente na 7ª Exposição do Município de Severiano de Almeida. No decorrer da programação da Feira foram entregues folders e preenchido cadastros para as pessoas interessadas a cursar Pedagogia.  

 

      A participação na 7ª EXPOSEVA fortaleceu ainda mais a relação da Faculdade Anglicana de Erechim com a sociedade. Demonstrar o trabalho desenvolvido nos diferentes Cursos e apresentar a proposta educacional da Instituição é firmar um compromisso de seriedade e qualidade na Educação.

 

     A todos que visitaram nosso espaço educacional na EXPOSEVA o nosso muito obrigado pelo reconhecimento do trabalho que realizamos, tanto no Curso de Pedagogia, quanto nos demais. Esperamos contar com vocês em  nossa Instituição para o aprimoramento educacional e tornarmos a Região Alto Uruguai um pólo de desenvolvimento, tendo como ponto de partida o desenvolvimento humano.

O profissional da Educação e a legislação que regulamenta seu trabalho!

No dia 24 de março do corrente ano, a Profª. Ms. Alexandra Beatrici, presidente da regional do SINPRO palestrou para as acadêmicas de

Prof. Ms. Alexandra - SINPRO

Pedagogia da turma 2009 sobre a profissão do professor e a legislação que regulamenta as atividades do Magistério. Foi uma atividade promovida pela Profª. Ms. Maria Salete Torres, na disciplina Legislação Educacional.   Na ocasião a palestrante destacou a importância da leitura da CLT por parte dos profissionais, bem como o conhecimento da Missão-Visão- Valores do sindicato que pertence enquanto classe trabalhadora.

Comentou ainda que, os professores, como agentes de mudanças e formadores das novas gerações, são essenciais para a sociedade e para o desenvolvimento de um País. Do ponto de vista legal, o professor é, também, quem ensina e transmite conhecimento, mas deve ter habilitação e registro no Ministério da Educação, para atender as regras previstas na CLT (art.317). Existem dificuldades em identificar o profissional da educação nas relações de trabalho, até porque nem todos os professores são profissionais de ensino.

Acadêmicas na Palestra

Como profissionais de ensino, os professores

exercem o magistério em estabelecimentos Particulares de educação e em estabelecimentos do Poder Público. Em ambas as instituições, devem seguir as orientações jurídicas previstas na Constituição Federal.

  Professor é uma pessoa que ensina uma ciência, arte, técnica ou outro conhecimento. Para o exercício dessa profissão, requerem-se qualificações acadêmicas e pedagógicas,  para que consiga transmitir/ensinar a matéria de estudo da melhor forma possível ao aluno. É uma das profissões mais antigas e mais importantes, tendo em vista que as demais, na sua maioria, dependem dela.

Escola Inclusiva e os Desafios Pedagógicos

As acadêmicas do Curso de Pedagogia, no dia 23 de março de 2011, discutiram em palestra proferida pela Gestora Pública- Diretora da EMEF Othelo Rosa, Silvana Pertile, Professora de Educação Especial- Luciana DallabonaPaska e Professora de Educação Especial- Guacira de Ávila Javornik a “Escola Inclusiva e os Desafios Pedagógicos”.

 Na ocasião a Diretora Silvana relatou sua prática para as acadêmicas enquanto gestora da escola e destacou que uma das metas de seu trabalho é a Educação Inclusiva.

As professoras Luciana e Guacira relataram sua prática pedagógica, desafios, dificuldades e conquistas de seus estudantes com deficiências incluídos no ensino comum/regular.

Inclusão é a nossa capacidade de entender e reconhecer o outro e, assim, ter o privilégio de conviver e compartilhar com pessoas diferentes de nós. A educação inclusiva acolhe todas as pessoas, sem exceção. É para o estudante com deficiência física, para os que têm deficiência intelectual e para a criança que é discriminada por qualquer outro motivo. 

A Escola Inclusiva necessita em primeiro lugar, um bom Projeto Pedagógico, que começa pela reflexão. Diferentemente do que muitos possam pensar, inclusão é mais do que ter rampas e banheiros adaptados. A equipe da escola inclusiva deve discutir o motivo de tanta repetência e indisciplina, de os professores não darem conta do recado e de os pais não participarem. Um bom projeto valoriza a cultura, a história e as experiências anteriores da turma. As práticas pedagógicas também precisam ser revistas. Os estudantes precisam de liberdade para aprender do seu modo, de acordo com as suas condições. E isso vale para os estudantes com deficiência ou não.

Gestora e Professoras da EMEF Othelo Rosa

O papel da escola comum é a escolarização de todas as crianças. E o papel da educação especial, hoje, não é mais substituir essa escola para alguns estudantes, mas complementar, a formação desses estudantes. Então são papéis muito diferentes. A educação especial não assume mais a escolarização de pessoas com deficiência, com transtornos globais de desenvolvimento, altas habilidades etc. A escolarização, a escola formal é atribuição da escola comum, do ensino regular.

Acadêmicas na Palestra

Pedagogia 2010 – Resgata História…

Foto: Homenagem ao Colono

Curso de Pedagogia da FAE – Faculdade Anglicana de Erechim, turma 2010, participa, no dia 23 de março de 2011, do projeto: “Subindo a avenida e contando a história: o que contam os monumentos das avenidas principais de Erechim”, desenvolvido pelo Arquivo Histórico Juarez Miguel Illa Font. O passeio foi orientado pelo Chefe do Setor do Arquivo Histórico, Rodrigo Alves Pereira.

A atividade faz parte do estudo da história regional da disciplina de Fundamentos e Metodologia da História e Geografia; com o objetivo de conhecer e analisar parte da história local, permitindo a construção de  identidades.

Aprendendo a Ensinar

Aluno surdo da FAE faz primeiro estágio do curso em escola municipal de Educação Infantil para crianças ouvintes

O primeiro aluno surdo da Faculdade Anglicana de Erechim, concluiu o primeiro estágio supervisionado do curso: durante duas semanas, Amauri Müller, 23 anos, deu aula todas às tardes para uma turma na Escola Municipal de Educação Infantil Irmã Consolata, em Erechim. Acadêmico do 4º semestre ele tem como sonho dar aulas para pessoas com problemas auditivos e ajudar na inclusão. Também pretende ser professor de pessoas ouvintes para ensinar a cultura do surdo, pois acredita que os dois precisam ter contato.

A intérprete de Amauri acompanha o estudante desde o vestibular, na FAE.

As aulas, tanto na faculdade quanto no estágio são acompanhadas pela intérprete da língua dos sinais, Naiara Soares, que segundo Amauri “ ajuda a tornar as coisas mais claras”.

Müller disse que precisou estudar muito e conhecer a rotina da escola para poder iniciar o estágio. Algumas dificuldades apareceram. Como era a interprete quem falava com os alunos durante as aulas, explicando o que o professor queria, eles acabavam olhando para ela que ficava no fundo da sala. Então, o professor precisou usar de outros artifícios para conquistar a atenção da turma.

“As crianças não se surpreendem tanto com o diferente como os adultos, as crianças são muito mais tranquilas".

A escola tem 244 alunos, e a diretora Rosemari Bielski, revelou que o aprendizado das crianças foi muito significativo, “porque a inclusão está ai e as crianças estão aprendendo a conviver com o diferente. Aqui elas já convivem com cadeirantes e agora tiveram essa experiência. Temos que estar preparados para saber a lidar com isso. E estas pessoas com necessidades especiais precisam, também, fazer parte da sociedade como pessoas normais que são, mas com suas dificuldades.” Para ela, o mais importante foi perceber que “as crianças não se surpreendem tanto com o diferente como os adultos, as crianças são muito mais tranquilas,” completa.

Faculdade

A intérprete de Amauri acompanha o estudante desde o vestibular da FAE. Durante as aulas na faculdade, ela traduz tudo o que os professores falam e, às vezes, precisa explicar o significado de palavras da Língua Portuguesa, pois algumas são muito complexas e não existe na linguagem dos sinais. Ele explicou que isso também acontece quando ele precisa ler um livro, e se ele não encontra o significado com clareza de alguma palavra no dicionário, anota e pede para que ela explique, assim tudo se torna mais claro. “A intérprete explica para mim, e fico admirado com as coisas que aprendo. Nos trabalhos ela também me auxilia, mas tenho que buscar a prática sozinho para aprender.”

"Escolhi cursar Pedagogia, porque fiquei pensando no futuro de todos os surdos".

Para a coordenadora do curso de Pedagogia da FAE, Verenice Lipsch foi um grande desafio. “A metodologia dos professores sofreu algumas alterações, e eles passaram a falar com mais calma para que ele não perdesse nada.” Professores e os colegas de turma também tiveram um curso de libras para conseguir se comunicar. “Todas as minhas colegas são legais, elas tentam me entender e se não conseguem a intérprete nos ajuda, mas todas elas já sabem alguns sinais,” revela. Além disso, para que ele tenha autonomia , os funcionários da Faculdade também aprenderam alguns sinais básicos para que Amauri não precise estar sempre acompanhado da intérprete.

A mãe de Amauri descobriu que ele não ouvia, quando ele tinha apenas um ano e meio, e somente aos nove anos que ele teve contato com a linguagem dos sinais. “Mesmo frequentando a escola normal, ele não compreendia certas coisas”, disse. “ Escolhi cursar Pedagogia, porque fiquei pensando no futuro de todos os surdos, e me dei conta de que depois que aprendi a linguagem dos sinais, tudo ficou mais claro para mim”.

"a inclusão está ai e as crianças estão aprendendo a conviver com o diferente".

Escola Inclusiva

No dia 28 de setembro de 2010 as acadêmicas de pedagogia Turma 2007 confeccionaram folders abordando a questão da escola inclusiva e a multiplicidade, para a disciplina de Educação Inclusiva ministrada pela Ms. Maria Salete Torres, como objetivo principal de divulgar as propostas da Educação Especial a fim de sensibilizar a sociedade sobre a importância da acessibilidade não somente para pessoas com deficiências, mas que a mesma é direito de todos os cidadãos. Acessibilidade significa não apenas permitir que pessoas com deficiencia ou mobilidade reduzida participem de atividades que incluem o uso de produtos, serviços e informação, mas a inclusão e extensão do uso destes por todas as parcelas presentes em uma determinada população. O folder teve o intuito de revisar os conteúdos trabalhados no semestre como: Histórico da Inclusão, Política Nacional da Educação Inclusiva, Estatuto das Pessoas com Deficiencia entre outros.

 

Acadêmicas discutem Educação Inclusiva

O Curso de Pedagogia, da FAE- Faculdade Anglicana de Erechim, na disciplina de Metodologia e Prática em Educação Especial, preocupado com a formação das acadêmicas organizou palestra com as professoras de Educação Especial Guacira Javornik e Luciana DallaBona, que relataram a experiência docente com estudantes com deficiência e trabalho desenvolvido com os pais e/ou responsáveis.

Acadêmicas na palestra

A inclusão rompe com os paradigmas que sustentam o conservadorismo das escolas, contestando os sistemas educacionais em seus fundamentos. Ela questiona a fixação de modelos ideais, a normalização de perfis específicos de alunos e a seleção dos eleitos para frequentar as escolas, produzindo, com isso, identidades e diferenças, inserção e/ou exclusão.

A educação inclusiva concebe a escola como um espaço de todos, no qual os alunos constroem o conhecimento segundo suas capacidades, expressam suas ideias livremente, participam ativamente das tarefas de ensino e se desenvolvem como cidadãos, nas suas diferenças.

Nas escolas inclusivas, ninguém se conforma a padrões, que identificam os alunos como especiais e normais, comuns. Todos se igualam pelas suas diferenças!

 

 

 

 

 

 

 

 

Professor da FAE é contemplado com bolsa da FUNARTE

Fabiano GrazioliFabiano Tadeu Grazioli, professor do Curso de Pedagogia da FAE e Ensino Médio do Instituto Anglicano Barão do Rio Branco foi contemplado com uma Bolsa de Produção Crítica sobre Conteúdos Artísticos em Mídias Digitais/Internet, concedida pela FUNARTE – Fundação Nacional de Arte. Trata-se de uma iniciativa do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, cujo objetivo é o aperfeiçoamento da formação de críticos de arte no país, voltados para as mídias digitais/internet.

No contexto do programa que concedeu a bolsa ao professor Fabiano, entende-se como conteúdos artísticos em mídias digitais/internet toda a produção relacionada a artes visuais, dança, circo, teatro, performance, fotografia, música, audiovisual e literatura, baseada em computadores e suas possíveis extensões, cujo armazenamento, difusão ou exposição também se baseiam nessas tecnologias. O programa cria condições financeiras, ou seja, destina a cada contemplado uma quantia significativa em dinheiro (no caso desta bolsa, são R$ 30.000,00), para a realização de uma pesquisa, resultado de um projeto anteriormente apresentado à FUNARTE. Dessa maneira o Ministério da Cultura aproveita a especialização e a disposição dos profissionais para a realização de pesquisas e viabiliza a produção de conhecimento  e o acesso e a reflexão crítica e teórica acerca da atual arte brasileira.

O projeto contemplado intitula-se: “Leitura e fruição na tela: um olhar crítico em direção à ciberpoesia”. Fabiano Tadeu Grazioli afirma que a ciberpoesia é uma manifestação artística da contemporaneidade e demanda muito estudo: “há muito que se refletir, se analisar e se escrever sobre essa expressão literária, há muito que se esclarecer sobre esse tema aos professores e mediadores de leitura, quando há uma tendência de se desconsiderar, para fins de formação do leitor, a leitura realizada na tela do computador”. Sobre o seu contato com esse tema, o professor comenta: “Primeiro entrei em contato com a ciberpoesia como leitor, em especial em um site do Sérgio Caparelli que há muitos anos produz e estuda ciberpoesia (http://www.ciberpoesia.com.br). No Mestrado em Letras da UPF, que cursei em 2006-2007, estudei esse tema nas disciplinas ministradas pelo professor Doutor Miguel Rettenmaier da Silva. Embora tenha escrito e defendido dissertação sobre o tema Leitura da Dramaturgia, escrevi e publiquei alguns
trabalhos acadêmicos sobre o ciberpoesia, e desde então acompanho publicações e novas criações nessa área. Um estudo que fiz sobre um site intitulado ‘O poeta visual’ foi publicado no início do ano na Revista de Poesia Infantil Tigre Albino (http://www.tigrealbino.com.br), estudo este que foi decisivo na seleção, pela FUNARTE, do meu projeto”
.

Além dessas experiências, Fabiano Tadeu Grazioli propõe aos seus alunos do Ensino Médio a leitura da ciberpoesia: “Nas aulas de Literatura que ministro para as terceiras séries do Ensino Médio, quando abordo a Poesia Concreta, mostro que com o advento da internet esse tipo de poesia foi facilitada, e que ao texto escrito foi agregado o som, o movimento e a possibilidade de interação. Proponho assim algumas aulas onde os textos que lemos são ciberpoemas e o suporte de leitura, por conseqüência, a tela do computador. Chamo atenção para a possibilidade de se poder ler ‘verticalmente’ na tela, e deixo eles experenciarem, por acreditar que se trata de uma interação significativa com o texto literário. No Curso de Pedagogia, nas disciplinas que ministro, relacionadas literatura e à leitura, também debatemos essa possibilidade”.

O estudo que Fabiano Tadeu Grazioli desenvolverá será sobre os conceitos e as características essenciais da ciberpoesia, bem como sobre a recepção (a leitura) da literatura produzida com os recursos das mídias digitais.O projeto de Fabiano foi selecionado dentre quase 200 inscritos e é um dos três que foram contemplados na região Sul do país. Coincidentemente, no primeiro semestre de 2010, época em que se dedicará à pesquisa, o professor também ministrará a disciplina de “Leitura, literatura, hipermídia e internet” no Curso de Pós Graduação Lato Sensu em Novas Tecnologias para a Educação, na FAE.